50 anos.... No día 17 de novembro de 1959 morreu Heitor Villa-Lobos , o nome mais consagrado da música erudita brasileira. O compositor escreveu mais de 1200 peças e integrou a famosa Semana de Arte Moderna de 1922.
Um pouco por todo o país prosseguem as homenagens ao autor da famosa série de nove "Bachianas'" - que inclui o clássico 'Trenzinho Caipira' - no ano em que a sua morte completa meio século.
Nos dias 14 e 15 de Dezembro, é a vez da Sorbonne prestar homenagem ao maestro e compositor brasileiro, que morou em Paris e nos EUA, compôs para o cinema e para inúmeros espectáculos na Broadway.
No Rio de Janeiro, até ao dia 28, realiza-se o Festival Villa-Lobos, o mais tradicional evento de música clássica da cidade, que este ano já vai na 47ª edição. Dedicado à memória do compositor, o festival tem como palco diversos espaços culturais, tais como a Sala Cecília Meireles, o Teatro Carlos Gomes, o Cine Glória e o Museu Villa-Lobos, entre outros.
O Festival inclui uma mostra de filmes com música de Villa-Lobos, entre os quais se destaca "Descobrimento do Brasil", épico de Humberto Mauro, para o qual o compositor escreveu a banda sonora.
Serão exibidos também "Deus e o Diabo na Terra do Sol", "Terra em Transe" e "Idade da Terra"(Gláuber Rocha), o documentário "Arraial do Cabo"( Paulo César Sarraceni ), "Menino de Engenho" (Wálter Lima Jr.), "Raízes do Brasil" ( Nélson Pereira dos Santos), "Os Herdeiros" (Cacá Diegues), "Macunaíma"(antológico de Joaquim Pedro de Andrade). E, ainda, "Uma Vida de Paixão", a única longa-metragem biográfica sobre o compositor.
Villa-Lobos, que dá nome ao Museu criado em 1960 no Brasil com a finalidade de preservar o seu acervo e divulgar a sua obra, nasceu há 122 anos no Rio de Janeiro.












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