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<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 08:01:04 -0200</pubDate>
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<title>Água e Envelhecimento</title>
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<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:09:15 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Francisco Díaz-Valdés</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="border: 0; margin: 4px;" alt="agua_brasil.jpg" title="agua_brasil.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/1/86953/images/public/22222/agua_brasil.jpg?v=1269277522539" /></p>
<p><b>Considera&ccedil;&otilde;es iniciais:</b><br /><br />1) Sem &aacute;gua, o c&eacute;rebro se desliga, pois todas as suas fun&ccedil;&otilde;es ocorrem atrav&eacute;s de rea&ccedil;&otilde;es eletroqu&iacute;micas, ou seja, a &aacute;gua e os sais minerais nela dissolvidos s&atilde;o fundamentais para conduzir a corrente el&eacute;trica e todas as informa&ccedil;&otilde;es neuronais, celulares.<br /><br />2) A &aacute;gua estruturada e os sais minerais encontram-se somente, e em abund&acirc;ncia, nos alimentos de origem vegetal, crus, frescos, maduros e idealmente org&acirc;nicos.<br /><br />3) Observem a figura abaixo e n&atilde;o entrem nessa "normose" de que &eacute; NORMAL ao envelhecer termos menos &aacute;gua nas c&eacute;lulas e no organismo.<br /><br />4) Mude sua hist&oacute;ria, j&aacute;! Desintoxique-se, alimente-se de vegetais e frutas, hidrate-se. Sem neurose, apenas VIVA este h&aacute;bito de alimentar-se saud&aacute;vel.<br /><br /><br />Sempre que dou aula de Cl&iacute;nica M&eacute;dica a estudantes do quarto ano de Medicina, lan&ccedil;o a pergunta: Quais as causas que mais fazem o vov&ocirc; ou a vov&oacute; terem confus&atilde;o mental?<br /><br />Alguns arriscam: Tumor na cabe&ccedil;a.<br />Eu digo: N&atilde;o.<br />Outros apostam: Mal de Alzheimer.<br />Respondo, novamente: N&atilde;o.<br /><br />A cada negativa a turma se espanta. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os tr&ecirc;s respons&aacute;veis mais comuns:<br />1) diabetes descontrolado;<br />2) infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria;<br />3) a fam&iacute;lia passou o dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.</p>
<p><img style="border: 0pt none; margin: 4px; float: right;" alt="agua_pessoas.jpg" title="agua_pessoas.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/1/86953/images/public/22222/agua_pessoas.jpg?v=1269277746658" /></p>
<p>Parece brincadeira, mas n&atilde;o &eacute;. Constantemente vov&ocirc; e vov&oacute;, sem sentir sede, deixam de tomar l&iacute;quidos. Quando falta gente em casa para lembr&aacute;-los, desidratam-se com rapidez. A desidrata&ccedil;&atilde;o tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confus&atilde;o mental abrupta, queda de press&atilde;o arterial, aumento dos batimentos card&iacute;acos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e at&eacute; morte.<br />Insisto: n&atilde;o &eacute; brincadeira. Ao nascermos, 90% do nosso corpo &eacute; constitu&iacute;do de &aacute;gua. Na adolesc&ecirc;ncia, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que come&ccedil;a aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de &aacute;gua Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de sa&iacute;da, os idosos t&ecirc;m menor reserva h&iacute;drica.<br />Mas h&aacute; outro complicador: mesmo desidratados, eles n&atilde;o sentem vontade de tomar &aacute;gua, pois os seus mecanismos de equil&iacute;brio interno n&atilde;o funcionam muito bem.<br /><br />Explico: n&oacute;s temos sensores de &aacute;gua em v&aacute;rias partes do organismo. S&atilde;o eles que verificam a adequa&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel. Quando ele cai aciona-se automaticamente um "alarme". Pouca &aacute;gua significa menor quantidade de sangue, de oxig&ecirc;nio e de sais minerais em nossas art&eacute;rias e veias. Por isso, o corpo "pede" &aacute;gua. A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; passada ao c&eacute;rebro, a gente sente sede e sai em busca de l&iacute;quidos.<br />Nos idosos, por&eacute;m, esses mecanismos s&atilde;o menos eficientes. A detec&ccedil;&atilde;o de falta de &aacute;gua corporal e a percep&ccedil;&atilde;o da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doen&ccedil;as, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se at&eacute; para ir tomar &aacute;gua. Conclus&atilde;o: idosos desidratam-se facilmente n&atilde;o apenas porque possuem reserva h&iacute;drica menor, mas tamb&eacute;m porque percebem menos a falta de &aacute;gua em seu corpo. Al&eacute;m disso, para a desidrata&ccedil;&atilde;o ser grave, eles n&atilde;o precisam de grandes perdas, como diarr&eacute;ias, v&ocirc;mitos ou exposi&ccedil;&atilde;o intensa ao sol. Basta o dia estar quente ou a umidade do ar baixar muito, como tem sido comum nos &uacute;ltimos meses.<br />Nessas situa&ccedil;&otilde;es, perde-se mais &aacute;gua pela respira&ccedil;&atilde;o e pelo suor. Se n&atilde;o houver reposi&ccedil;&atilde;o adequada, &eacute; desidrata&ccedil;&atilde;o na certa. Mesmo que o idoso seja saud&aacute;vel, fica prejudicado o desempenho das rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas e fun&ccedil;&otilde;es de todo o seu organismo, principalmente, a eletroqu&iacute;mica (100% dependente da &aacute;gua e sais minerais) do c&eacute;rebro.<br /><br />Por isso, aqui v&atilde;o dois alertas. O primeiro &eacute; para vov&oacute;s e vov&ocirc;s: tornem volunt&aacute;rio o h&aacute;bito de beber l&iacute;quidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por l&iacute;quido entenda-se &aacute;gua, sucos, ch&aacute;s, &aacute;gua-de-coco, vitaminas. Sopa, frutas ricas em &aacute;gua, como mel&atilde;o, melancia, abacaxi, laranja e tangerina tamb&eacute;m funcionam. O importante &eacute;, a cada duas horas, botar algum l&iacute;quido para dentro. Lembrem-se disso!<br />Meu segundo alerta &eacute; para os familiares: ofere&ccedil;am constantemente l&iacute;quidos aos idosos. Lembrem-lhes de que isso &eacute; vital. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que est&atilde;o rejeitando l&iacute;quidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadi&ccedil;os, fora do ar, aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidrata&ccedil;&atilde;o. L&iacute;quido neles e r&aacute;pido para um servi&ccedil;o m&eacute;dico.<br /><br />Dr. Arnaldo Lichtenstein &eacute; m&eacute;dico, cl&iacute;nico-geral do Hospital das Cl&iacute;nicas e professor colaborador do Departamento de Cl&iacute;nica M&eacute;dica da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP).</p>
<p><br />
 
<img src="http://somostodosum.ig.com.br/terapeutas/foto/trucomP.jpg" align="left" /><span style="font-family: tahoma; color: #000033; font-size: 10pt;"><b><a href="http://www.somostodosum.com.br/trucom">Concei&ccedil;&atilde;o Trucom</a></b> &eacute; qu&iacute;mica, cientista, palestrante e escritora sobre temas <br /> voltados para o bem-estar e qualidade de vida.<br />
</span></p>]]></description>
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<title>FAB quer enviar mais aviões ao Chile para trazer brasileiros</title>
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<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 14:18:43 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/211811/images/public/22222/terremoto.jpg?v=1267550293728" alt="terremoto.jpg" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="terremoto.jpg" /></p>
<p>A For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB) divulgou nesta ter&ccedil;a-feira que estuda o envio de outras aeronaves ao Chile com o objetivo de trazer brasileiros que permanecem no pa&iacute;s, atingido por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter no &uacute;ltimo s&aacute;bado. </p>
<p>Segundo a FAB, ainda n&atilde;o foi definida uma data para a decolagem das aeronaves. Nesta madrugada, um avi&atilde;o da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica com 30 brasileiros que estavam no Chile pousou na Base A&eacute;rea de S&atilde;o Paulo.</p>
<p><b>Trag&eacute;dia no Chile</b><br />Centenas de pessoas morreram ap&oacute;s o terremoto de 8,8 graus na escala Richter registrado na madrugada de s&aacute;bado (27) no Chile. A contagem de corpos passa de 700, e o n&uacute;mero de afetados chega a 2 milh&otilde;es, segundo o governo. A presidente Michelle Bachelet declarou "estado de cat&aacute;strofe" no pa&iacute;s.</p>
<p>O tremor teve epicentro no mar, a 59,4 km de profundidade, na regi&atilde;o de Maule, no centro do pa&iacute;s e a 300 km ao sul da capital, Santiago. Por isso, foi enviado um alerta de tsunami ao chile, Peru e Equador. Segundo fontes oficiais, o terremoto aconteceu &agrave;s 3h26 pelo hor&aacute;rio local (mesmo hor&aacute;rio em Bras&iacute;lia). O n&uacute;mero de v&iacute;timas mortais e de feridos pode aumentar.</p>
<p><b>Efeitos do estrago</b><br />Os danos materiais do terremoto ainda est&atilde;o sendo avaliados. O muro de uma pris&atilde;o veio abaixo com o abalo s&iacute;smico, o que causou a fuga de mais de 200 detentos na cidade de Chill&aacute;n, a 401 quil&ocirc;metros de Santiago. O aeroporto internacional de Santiago chegou a ser fechado devido a alguns danos em suas instala&ccedil;&otilde;es, e v&aacute;rias pontes ficaram danificadas. A luz e o servi&ccedil;o de telecomunica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o cortadas na regi&atilde;o metropolitana e em Valpara&iacute;so foram registrados danos internos em edif&iacute;cios. Os bombeiros correm as ruas de Santiago com megafones dando instru&ccedil;&otilde;es &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em alguns lugares, falta &aacute;gua pot&aacute;vel. Pelo menos tr&ecirc;s hospitais na capital desabaram e na cidade de Concepci&oacute;n, cerca de 400 km ao sul de Santiago, o edif&iacute;cio do governo local desmoronou e pacientes estavam sendo transferidos dos hospitais, segundo r&aacute;dios chilenas.</p>
<p><b>Mais forte que no Haiti</b><br />O movimento s&iacute;smico, muito mais poderoso que o mort&iacute;fero terremoto que devastou o Haiti em janeiro, tamb&eacute;m causou p&acirc;nico no popular balne&aacute;rio de Vi&ntilde;a del Mar. De manh&atilde;, policiais e bombeiros percorriam as ruas em distintas cidades do pa&iacute;s para verificar a magnitude dos danos e socorrer v&iacute;timas.</p>
<p>O terremoto ocorreu poucos dias antes de completar 25 anos do sismo que causou centenas de v&iacute;timas e destruiu v&aacute;rias localidades no litoral central do Chile, em 3 de mar&ccedil;o de 1985.</p>]]></description>
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<title>Dez dicas de estilo para as calouras que acabaram de entrar na faculdade</title>
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<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:18:46 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Regina</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" alt="calouras.JPG" title="calouras.JPG" src="http://bligoo.com/media/users/4/213615/images/public/22222/calouras.JPG?v=1266866306775" /></p>
<p>Acabou a &eacute;poca dos uniformes escolares, do grupo de amigos que se
conhece "desde o maternal" e sabe de cor cada pe&ccedil;a do seu guarda-roupa
(caso voc&ecirc; tenha tido a oportunidade de exib&iacute;-lo no lugar de um
uniforme). Na faculdade, cada um tem uma hist&oacute;ria de vida diferente,
mora nos mais diversos bairros, tem os mais particulares estilos. Tudo
&eacute; estranho em compara&ccedil;&atilde;o ao ambiente j&aacute; conhecido e previs&iacute;vel de
colegas e roupas do col&eacute;gio, onde todo mundo mora mais ou menos perto,
tem mais ou menos os mesmos gostos, se veste mais ou menos do mesmo
jeito.</p>
<p>Num ambiente t&atilde;o cheio de novidades n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil a tarefa de escolher
a produ&ccedil;&atilde;o certa para arrasar sem exagerar na faculdade. Por isso, a
coluna <b>Dicas de Moda</b> apresenta dez dicas preciosas que v&atilde;o ajud&aacute;-la criar um estilo pr&oacute;prio, adequado &agrave;s necessidades da nova vida acad&ecirc;mica.</p>
<p><b>1. Foco &eacute; o talento, n&atilde;o a peruagem</b><br />
Exageros n&atilde;o s&atilde;o desej&aacute;veis. De nenhum tipo. Roupa de menos, corpo de
mais, saltos alt&iacute;ssimos, maquiagem forte, tudo isso pode marcar sua
imagem como a perua da classe. Melhor vencer pelo talento e pela
simpatia do que pela marca do seu celular, n&atilde;o &eacute; mesmo?</p>
<p><b>2.	Observe</b><br />
N&atilde;o &eacute; para ser &ldquo;Maria vai com as outras&rdquo;, mas &eacute; importante voc&ecirc;
observar como as outras pessoas est&atilde;o vestidas e decifrar os c&oacute;digos.
Olhe os professores, que podem dizer coisas pelas roupas que escolheram
usar e, com bom senso, decida como quer se vestir tamb&eacute;m.</p>
<p><b>3.	Monte seu guarda-roupa aos poucos</b><br />
Ao inv&eacute;s de deixar sua m&atilde;e comprar todo o seu guarda-roupa de uma vez
s&oacute;, v&aacute; adquirindo as pe&ccedil;as aos poucos. V&atilde;o acontecer muitas mudan&ccedil;as
durante o per&iacute;odo universit&aacute;rio e voc&ecirc; provavelmente vai mudar de
opini&atilde;o e de jeito de se vestir v&aacute;rias vezes.</p>
<p><b>4.	Leve em conta o conforto</b><br />
Para todos os cursos o importante &eacute; voc&ecirc; se focar no assunto principal:
estudar. Tudo bem que pode ter uns gatos na escola e voc&ecirc; n&atilde;o vai
querer passar despercebida, mas vamos nos concentrar: tecidos naturais
com um pouco de elastano, sapatos baixos, roupas soltas. E para n&atilde;o
deixar barato: maquiagem leve, uma blusa bacana, uma "biju" legal e
m&atilde;os bem feitas.
</p>
<p><b>5.	Comece pelas pe&ccedil;as b&aacute;sicas</b><br />
Camiseta &eacute; o uniforme do universit&aacute;rio. Jeans tamb&eacute;m. Ent&atilde;o, se a sua
faculdade n&atilde;o tiver uma vestimenta espec&iacute;fica, esse pode ser tamb&eacute;m seu
uniforme. Tenha v&aacute;rias cores e estampas de camiseta, para n&atilde;o se
cansar. Escolha bons jeans em lavagens variadas, sempre preferindo as
mais escuras que est&atilde;o na moda. Lembre-se da skinny, ela fica legal e
moderna com t&ecirc;nis. Cal&ccedil;a preta tamb&eacute;m &eacute; um coringa e voc&ecirc; pode ter umas
camisas para dias mais frios. Jaqueta, palet&oacute; e blusas de tric&ocirc; tamb&eacute;m
s&atilde;o bem pr&aacute;ticos. Os vestidos s&atilde;o &oacute;timos, voc&ecirc; veste e pronto, n&atilde;o
precisa combinar. Ah! Antes que comece a loucura das provas e
trabalhos, bole umas combina&ccedil;&otilde;es boas para ter &agrave; m&atilde;o no guarda-roupa,
para os dias de correria.</p>
<p><b>6.	Leve em considera&ccedil;&atilde;o o clima</b><br />
Principalemte se estiver numa cidade nova, informe-se sobre o clima e
as varia&ccedil;&otilde;es de temperatura, para n&atilde;o investir em pe&ccedil;as lindas que n&atilde;o
vai usar.</p>
<p><b>7.	N&atilde;o esque&ccedil;a seu tipo f&iacute;sico</b><br />
Se entrou em alguma faculdade da &aacute;rea de sa&uacute;de, n&atilde;o v&aacute; se entusiasmando
e comprando tudo o que v&ecirc; pela frente, s&oacute; porque &eacute; branco. Nem fique
imaginando que agora sim, que vai sair da casa dos seus pais, que voc&ecirc;
vai emagrecer. S&oacute; compre roupa que sirva e que fique bem em voc&ecirc;. D&ecirc;
uma olhada em nossas colunas, nas quais orientamos sobre a roupa
adequada para cada tipo de corpo.</p>
<p><b>8.	Bons e resistentes acess&oacute;rios</b><br />
Para comprar bolsas e mochilas, estojos, sapatos ou t&ecirc;nis, pense que
est&aacute; indo para a guerra. Lembre-se que voc&ecirc; n&atilde;o vai ter saco de segurar
sua bolsa no colo e que uma hora ou outra vai ter que jog&aacute;-la no ch&atilde;o,
em alguma ocasi&atilde;o mais confusa. Pense, tamb&eacute;m, que a &eacute;poca da faculdade
&eacute; uma s&oacute; e voc&ecirc; n&atilde;o vai querer perder seu tempo guardando as tintas no
saquinho que vai dentro do <i>n&eacute;cessaire</i>,
que vai no bolso esquerdo da mochila. Uma hora elas v&atilde;o parar no lugar
errado, tenha certeza. E voc&ecirc; n&atilde;o vai querer chorar enquanto seus
amigos estiverem indo comer pastel na feira. Portanto: praticidade e
resist&ecirc;ncia!</p>
<p><b>9.	Preste aten&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza do curso</b><br />
Cada faculdade tem sua especificidade, que vai indicar alguns c&oacute;digos
do vestir. A &aacute;rea da sa&uacute;de &eacute; uma das mais marcantes pelo uso da cor
branca. Al&eacute;m disso exige discri&ccedil;&atilde;o, higiene e confiabilidade. Diga
"n&atilde;o" ao decote e ao corpo &agrave; mostra, "n&atilde;o" aos perfumes ou ao cabel&atilde;o
solto. Prefira tecidos naturais e leves, lingerie clara para n&atilde;o marcar
sob o branco, roupas e sapatos confort&aacute;veis, unhas curtas e limpas.
Lembre-se: s&atilde;o profiss&otilde;es que requerem algum sacrif&iacute;cio. Uma op&ccedil;&atilde;o
poss&iacute;vel em algumas institui&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cores clarinhas ao inv&eacute;s do branco
(off white, marfim, cru). Verifique.</p>
<p>H&aacute; outras faculdades em que a roupa tem que ser formal como a de
Direito. Principalmente para os alunos que j&aacute; est&atilde;o trabalhando na &aacute;rea
a exig&ecirc;ncia &eacute; grande: trajes s&eacute;rios e sizudos que denotam
confiabilidade, nada de cor e nada divertido. Tailleur, terno, meia
fina, sapato fechado. Tudo bem: invista em cl&aacute;ssicos de qualidade j&aacute;
que voc&ecirc; n&atilde;o vai ficar mudando de estilo. Pesquise sapatos bons e
confort&aacute;veis de salto m&eacute;dio ou sapatilhas fechadas para usar com terno.
Crie combina&ccedil;&otilde;es nas quais entre o bege e o creme para quebrar o preto
e branco, marinho e branco. Abuse dos <i>nudes</i>, que est&atilde;o na
moda. Procure acess&oacute;rios cl&aacute;ssicos como p&eacute;rolas, que podem vir em
colares ou brincos pequenos. Estes s&atilde;o &oacute;timos e voc&ecirc; pode variar, pois
iluminam o rosto sem exageros. Invista num rel&oacute;gio bacana. N&atilde;o caro,
para n&atilde;o dar paranoia, mas bonit&atilde;o, charmoso. Os len&ccedil;os podem ser bons
recursos, no pesco&ccedil;o ou amarrados na bolsa. Quando o frio for chegando,
cardigans de cores variadas podem ser acrescentados ao look, mas sempre
em tons discretos.</p>
<p>Se for cursar uma faculdade p&uacute;blica e da &aacute;rea de Humanas, vista-se
com despojamento e simplicidade, sem ser convencional. Mesmo que seja a
herdeira dos Orleans e Bragan&ccedil;a, deixe as j&oacute;ias em casa. N&atilde;o &eacute; hora de
se medir pelos pertences. Opte por um estilo brasileiro, com materiais
naturais, como o algod&atilde;o e cores vivas ou neutras. Vestidos soltos s&atilde;o
desej&aacute;veis, assim como detalhes regionais ou &eacute;tnicos. Nos p&eacute;s, prefira
as sand&aacute;lias rasteiras ou sapatilhas, que podem ser coloridas. Estampas
florais, xadrez e listrado est&atilde;o dentro, assim como mochilas, bolsas de
pano e tiaras decoradas.Mas aten&ccedil;&atilde;o: nada de chinelos gastos, p&eacute;s
maltratados, cabelos desgrenhados e, acima de tudo: mantenha as axilas
depiladas.</p>
<p>Para o povo das artes, do design, moda e cursos afins a
extravag&acirc;ncia &eacute; o ponto de partida, e se voc&ecirc; gostar do estilo mais
ousado, se joga! Aproveite para se expressar por meio do vestu&aacute;rio. S&oacute;
n&atilde;o vale o que for convencional e chato: aproveite!</p>
<p><b>10. Divirta-se</b><br />
At&eacute; aqui fomos bem razo&aacute;veis na constru&ccedil;&atilde;o do b&aacute;sico. Agora, pense em
como caprichar no visual. Opte por pe&ccedil;as coloridas que sejam
intercambi&aacute;veis, misture estampas e monte seus looks. Procure em
grandes lojas que n&atilde;o sejam caras, pe&ccedil;as que possam agregar informa&ccedil;&atilde;o
de moda ao seu look b&aacute;sico. Perca o preconceito e v&aacute; a um brech&oacute; onde
poder&aacute; encontrar pe&ccedil;as originais como um vestido xadrez ou um maxi anel
que est&aacute; bem na moda a pre&ccedil;os acess&iacute;veis. D&ecirc; uma busca no arm&aacute;rio da
sua av&oacute; e veja se ela n&atilde;o tem uma bolsa descolada, bem anos 80, para
voc&ecirc; "causar". Mas cuidado: v&aacute; &agrave; ca&ccedil;a de acess&oacute;rios que n&atilde;o incomodem
ou fa&ccedil;am barulho, caso voc&ecirc; chegue atrasada &agrave; aula. Invista numa
jaqueta bacana, pois tenho certeza que voc&ecirc; vai usar bastante. S&oacute; n&atilde;o
v&aacute; esquec&ecirc;-la no &ocirc;nibus!</p>]]></description>
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<title>Fernando Henrique adverte para os perigos do Lulismo</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/724764/Fernando-Henrique-adverte-para-os-perigos-do-Lulismo.html</link>
<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 10:58:34 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" alt="fhcistoe.jpg" title="fhcistoe.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/4/211811/images/public/22222/fhcistoe.jpg?v=1266325027049" /></p>
<p>H&aacute; quem o ame e quem o odeie. Mas uma coisa &eacute; indiscut&iacute;vel: no mundo da pol&iacute;tica, ningu&eacute;m fica indiferente a ele. Quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fala, os outros escutam. Foi o que ocorreu na semana passada, quando FHC assinou em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de S. Paulo um artigo intitulado "Sem medo do passado". Com o texto, ele entrou de vez na campanha eleitoral &ndash; e, pelo visto, n&atilde;o sair&aacute; dela t&atilde;o cedo, segundo assinala o lead da reportagem da revista Veja que foi &agrave;s bancas neste s&aacute;bado de carnaval. O texto de Veja continua aqui, na &iacute;ntegra. O t&iacute;tulo da mat&eacute;ria &eacute; A tempestade FHC:<br /><br />Em dois movimentos, fez o que a oposi&ccedil;&atilde;o foi incapaz de fazer nos &uacute;ltimos sete anos: enfrentou duramente o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, acusando-o de "enunciar inverdades" e "distorcer" fatos para inflar as realiza&ccedil;&otilde;es do PT, e defendeu vigorosamente as conquistas econ&ocirc;micas e sociais do seu pr&oacute;prio governo (1995-2002), enfileirando estat&iacute;sticas que revelam que o desempenho dos tucanos no poder foi muito mais positivo do que tenta fazer crer a propaganda oficial.<br /><br />FHC entrou nessa briga depois de o Pal&aacute;cio do Planalto alardear que tentaria reduzir a elei&ccedil;&atilde;o a um processo plebiscit&aacute;rio, orientado a partir da compara&ccedil;&atilde;o do governo dele com o de Lula. "O PT fica amea&ccedil;ando o tempo todo comparar os governos, como se isso amedrontasse o PSDB. Isso &eacute; conversa. Com o artigo, mostrei ao nosso pessoal que &eacute; poss&iacute;vel defender o que foi feito com toda a tranquilidade. Temos resultados para mostrar. Se o PT quiser ir para o pau, n&oacute;s vamos para o pau", diz Fernando Henrique.<br /><br />O discurso belicoso do ex-presidente elevou o moral da tropa. Tucanos que andavam ressabiados diante do crescimento nas pesquisas da candidata do PT, Dilma Rousseff, voltaram a bater as asas, e FHC passou a semana recebendo telefonemas de congratula&ccedil;&otilde;es. "O presidente Fernando Henrique colocou em brios pessoas que ajudaram a transformar o pa&iacute;s durante seu mandato. Parecia que a gente estava com vergonha de afirmar o legado do PSDB s&oacute; porque o Lula est&aacute; bem nas pesquisas. Isso n&atilde;o tem sentido", diz Arthur Virg&iacute;lio, l&iacute;der tucano no Senado. At&eacute; o governador de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Serra, candidato do partido &agrave; Presid&ecirc;ncia, enviou a FHC um e-mail dizendo que ele havia sido "muito feliz" nas suas considera&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Fernando Henrique se animou. Afinal de contas, nas duas &uacute;ltimas campanhas presidenciais, o PSDB parecia tentar esconder o governo dele &ndash; que, se cometeu alguns erros, colecionou acertos em n&uacute;mero muito superior. FHC, ent&atilde;o, decidiu aumentar o bombardeio ao inimigo. Em S&atilde;o Paulo, disse que a ministra Dilma n&atilde;o &eacute; boa candidata por n&atilde;o ser, sequer, uma l&iacute;der.<br /><br />Ao jornal americano Miami Herald, classificou-a de "autorit&aacute;ria" e "dogm&aacute;tica" e acrescentou que ela poder&aacute; se aproximar do venezuelano Hugo Ch&aacute;vez caso ven&ccedil;a a elei&ccedil;&atilde;o. Os petistas estrilaram com a saraivada, mas sua candidata, desacostumada de sofrer ta-manho bombardeio, limitou-se a dizer que se orgulha do governo ao qual pertence e que seu l&iacute;der &eacute; o presidente Lula.<br /><br />A nova fase "nem paz, nem amor" de FHC anima a milit&acirc;ncia, mas embute dois riscos para o PSDB. O primeiro &eacute; que as cr&iacute;ticas do ex-presidente acabem, involuntariamente, aumentando a estatura pol&iacute;tica de Dilma. Por esse racioc&iacute;nio, FHC deveria se confrontar apenas com Lula, que ocupa o cargo que j&aacute; foi dele um dia &ndash; e n&atilde;o com Dilma, figura comparativamente menor, que jamais recebeu um voto na vida.<br /><br />O segundo risco &eacute; que, se o PSDB entrar na campanha determinado a comparar exaustivamente os resultados dos governos anteriores, estar&aacute; desperdi&ccedil;ando um tempo precioso. Mais importante do que falar sobre o passado, &eacute; discutir o futuro. O Brasil precisa debater o que o pr&oacute;ximo presidente da Rep&uacute;blica vai fazer &ndash; e n&atilde;o comparar o trabalho dos que j&aacute; passaram.<br /><br />Essa armadilha preocupa alguns tucanos, mas FHC &eacute; o primeiro a dizer que a defesa de seu governo n&atilde;o deve ser, nem de longe, prioridade de campanha: "Entrei nessa discuss&atilde;o para dar um basta &agrave;s amea&ccedil;as do PT. N&atilde;o podemos ter receio de fazer compara&ccedil;&otilde;es, mas &eacute; &oacute;bvio que a campanha do PSDB n&atilde;o &eacute; essa. Seria um erro eleitoral ficar discutindo o passado. Temos de olhar para a frente e discutir o que o Serra e Dilma podem oferecer ao pa&iacute;s. &Eacute; a&iacute; que vamos ganhar a elei&ccedil;&atilde;o". </p>
<p><b>http://aluizioamorim.blogspot.com</b></p>
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<p><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #000099;">H&aacute;
quem o ame e quem o odeie. Mas uma coisa &eacute; indiscut&iacute;vel: no mundo da
pol&iacute;tica, ningu&eacute;m fica indiferente a ele. Quando o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fala, os outros escutam. Foi o que
ocorreu na semana passada, quando FHC assinou em sua coluna quinzenal
no jornal O Estado de S. Paulo um artigo intitulado "Sem medo do
passado". Com o texto, ele entrou de vez na campanha eleitoral &ndash; e,
pelo visto, n&atilde;o sair&aacute; dela t&atilde;o cedo, segundo assinala o lead da
reportagem da revista <i>Veja</i> que foi &agrave;s bancas neste s&aacute;bado de carnaval. O texto de Veja continua aqui, na &iacute;ntegra. O t&iacute;tulo da mat&eacute;ria &eacute; A tempestade FHC:</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Em
dois movimentos, fez o que a oposi&ccedil;&atilde;o foi incapaz de fazer nos &uacute;ltimos
sete anos: enfrentou duramente o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva,
acusando-o de "enunciar inverdades" e "distorcer" fatos para inflar as
realiza&ccedil;&otilde;es do PT, e defendeu vigorosamente as conquistas econ&ocirc;micas e
sociais do seu pr&oacute;prio governo (1995-2002), enfileirando estat&iacute;sticas
que revelam que o desempenho dos tucanos no poder foi muito mais
positivo do que tenta fazer crer a propaganda oficial.</span><br /><br /><span style="font-family: verdana;">FHC
entrou nessa briga depois de o Pal&aacute;cio do Planalto alardear que
tentaria reduzir a elei&ccedil;&atilde;o a um processo plebiscit&aacute;rio, orientado a
partir da compara&ccedil;&atilde;o do governo dele com o de Lula. "O PT fica
amea&ccedil;ando o tempo todo comparar os governos, como se isso amedrontasse
o PSDB. Isso &eacute; conversa. Com o artigo, mostrei ao nosso pessoal que &eacute;
poss&iacute;vel defender o que foi feito com toda a tranquilidade. Temos
resultados para mostrar. Se o PT quiser ir para o pau, n&oacute;s vamos para o
pau", diz Fernando Henrique.</span><br /><span style="font-family: Verdana;"></span><br /><span style="font-family: verdana;">O
discurso belicoso do ex-presidente elevou o moral da tropa. Tucanos que
andavam ressabiados diante do crescimento nas pesquisas da candidata do
PT, Dilma Rousseff, voltaram a bater as asas, e FHC passou a semana
recebendo telefonemas de congratula&ccedil;&otilde;es. "O presidente Fernando
Henrique colocou em brios pessoas que ajudaram a transformar o pa&iacute;s
durante seu mandato. Parecia que a gente estava com vergonha de afirmar
o legado do PSDB s&oacute; porque o Lula est&aacute; bem nas pesquisas. Isso n&atilde;o tem
sentido", diz Arthur Virg&iacute;lio, l&iacute;der tucano no Senado. At&eacute; o governador
de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Serra, candidato do partido &agrave; Presid&ecirc;ncia, enviou a
FHC um e-mail dizendo que ele havia sido "muito feliz" nas suas
considera&ccedil;&otilde;es.</span><br /><br /><span style="font-family: verdana;">Fernando
Henrique se animou. Afinal de contas, nas duas &uacute;ltimas campanhas
presidenciais, o PSDB parecia tentar esconder o governo dele &ndash; que, se
cometeu alguns erros, colecionou acertos em n&uacute;mero muito superior. FHC,
ent&atilde;o, decidiu aumentar o bombardeio ao inimigo. Em S&atilde;o Paulo, disse
que a ministra Dilma n&atilde;o &eacute; boa candidata por n&atilde;o ser, sequer, uma l&iacute;der.</span><br /><br /><span style="font-family: verdana;">Ao
jornal americano Miami Herald, classificou-a de "autorit&aacute;ria" e
"dogm&aacute;tica" e acrescentou que ela poder&aacute; se aproximar do venezuelano
Hugo Ch&aacute;vez caso ven&ccedil;a a elei&ccedil;&atilde;o. Os petistas estrilaram com a
saraivada, mas sua candidata, desacostumada de sofrer ta-manho
bombardeio, limitou-se a dizer que se orgulha do governo ao qual
pertence e que seu l&iacute;der &eacute; o presidente Lula.</span><br /><span style="font-family: Verdana;"></span><br /><span style="font-family: verdana;">A
nova fase "nem paz, nem amor" de FHC anima a milit&acirc;ncia, mas embute
dois riscos para o PSDB. O primeiro &eacute; que as cr&iacute;ticas do ex-presidente
acabem, involuntariamente, aumentando a estatura pol&iacute;tica de Dilma. Por
esse racioc&iacute;nio, FHC deveria se confrontar apenas com Lula, que ocupa o
cargo que j&aacute; foi dele um dia &ndash; e n&atilde;o com Dilma, figura comparativamente
menor, que jamais recebeu um voto na vida.</span><br /><br /><span style="font-family: verdana;">O
segundo risco &eacute; que, se o PSDB entrar na campanha determinado a
comparar exaustivamente os resultados dos governos anteriores, estar&aacute;
desperdi&ccedil;ando um tempo precioso. Mais importante do que falar sobre o
passado, &eacute; discutir o futuro. O Brasil precisa debater o que o pr&oacute;ximo
presidente da Rep&uacute;blica vai fazer &ndash; e n&atilde;o comparar o trabalho dos que
j&aacute; passaram.</span><br /><br /><span style="font-family: verdana;">Essa
armadilha preocupa alguns tucanos, mas FHC &eacute; o primeiro a dizer que a
defesa de seu governo n&atilde;o deve ser, nem de longe, prioridade de
campanha: "Entrei nessa discuss&atilde;o para dar um basta &agrave;s amea&ccedil;as do PT.
N&atilde;o podemos ter receio de fazer compara&ccedil;&otilde;es, mas &eacute; &oacute;bvio que a campanha
do PSDB n&atilde;o &eacute; essa. Seria um erro eleitoral ficar discutindo o passado.
Temos de olhar para a frente e discutir o que o Serra e Dilma podem
oferecer ao pa&iacute;s. &Eacute; a&iacute; que vamos ganhar a elei&ccedil;&atilde;o".</span> </p>
</div>]]></description>
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<item>
<title>De Chávez a Piñera</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/711313/De-Chavez-a-Pinera.html</link>
<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 12:42:51 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Rogerio</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="chavez_pinera.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/4/228921/images/public/22222/chavez_pinera.jpg?v=1264430547750" /></p>
<p>Como liberal-democrata de boa estirpe, n&atilde;o estou politicamente
representado por nenhum dos partidos atuais. Meu &uacute;nico suspiro
limitou-se ao ano da retomada das elei&ccedil;&otilde;es diretas no Brasil. Em 1989,
quando coordenei a elabora&ccedil;&atilde;o do programa econ&ocirc;mico de Guilherme Afif
Domingos &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. <br /><br />Divirto-me hoje com o
ressentimento dos tucanos para com os petistas em busca dos direitos
autorais sobre a autonomia do Banco Central no combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, o
regime de c&acirc;mbio flex&iacute;vel e a exig&ecirc;ncia de super&aacute;vit prim&aacute;rio no
or&ccedil;amento fiscal. Afinal, tudo isso e muito mais que ainda falta para
nosso bom desempenho econ&ocirc;mico e para a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades
sociais j&aacute; estava no programa liberal-democrata que formulamos. De
qualquer modo, antes tarde do que nunca. <br /><br />Liberais-democratas
do s&eacute;culo XXI combinam o profundo respeito pelas virtudes das economias
de mercado (que os republicanos americanos herdaram dos liberais
cl&aacute;ssicos dos s&eacute;culos XVIII e XIX) com o s&oacute;lido compromisso com os
indiv&iacute;duos desafortunados que os mercados deixaram para tr&aacute;s (a
solidariedade que os democratas americanos, que se autointitularam
"liberais" no s&eacute;culo XX, herdaram das religi&otilde;es e do socialismo). <br /><br />&Eacute;
por isso que vejo com muito bons olhos a elei&ccedil;&atilde;o do empres&aacute;rio
Sebasti&aacute;n Pi&ntilde;era no Chile. Com sua vit&oacute;ria, a liberal-democracia surge
como bem fundamentada alternativa aos socialistas e aos
social-democratas. Ao contr&aacute;rio do que ocorre no Brasil, politicamente
perneta, um saci-perer&ecirc; que s&oacute; tem a perna esquerda. <br /><br />&Eacute;
compreens&iacute;vel que, pelo sentimento de solidariedade ou de nossa
identidade latino-americana, tenhamos simpatia por figuras como Fidel e
Ch&aacute;vez. Mas s&oacute; a desonestidade intelectual, a ignor&acirc;ncia econ&ocirc;mica ou a
cegueira ideol&oacute;gica poderiam encontrar em seu surrado discurso
socialista e populista qualquer esperan&ccedil;a de futuro melhor para seus
povos. <br /><br />H&aacute; hoje dois extremos no espectro pol&iacute;tico
latino-americano, e claramente n&atilde;o se trata mais da obsoleta
classifica&ccedil;&atilde;o de "esquerda" e "direita". Trata-se de um conceito
evolucion&aacute;rio, de avan&ccedil;o civilizat&oacute;rio, de constru&ccedil;&atilde;o de um capital
institucional moderno. "Nem &agrave; direita nem &agrave; esquerda, mas adiante",
como se referiu Alfredo Sirkis, do Partido Verde, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;
candidata Marina Silva. <br /><br />A quest&atilde;o &eacute; antiga, mas n&atilde;o h&aacute; muitas
d&uacute;vidas quanto a quem est&aacute; no caminho certo para a constru&ccedil;&atilde;o da Grande
Sociedade Aberta e quem repete tragicamente erros do passado. <br /><br />Da
gin&aacute;stica em Esparta para o teatro em Atenas. De uma sociedade tribal
militarista para a democracia e o com&eacute;rcio no nascimento de uma
sociedade aberta. Do pensamento m&aacute;gico e da utopia coletivista para o
racioc&iacute;nio cient&iacute;fico e a valoriza&ccedil;&atilde;o de cada indiv&iacute;duo. Uma escalada
hist&oacute;rica em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; Grande Sociedade Aberta. Embaixo, est&atilde;o Fidel e
Ch&aacute;vez. Muito acima, est&atilde;o Bachelet e Pi&ntilde;era.</p>]]></description>
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<item>
<title>Piñera acredita que Brasil pode seguir exemplo do Chile</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/707036/Pinera-acredita-que-Brasil-pode-seguir-exemplo-do-Chile.html</link>
<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:25:01 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Francisco Díaz-Valdés</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="pineralula.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/1/86953/images/public/22222/pineralula.jpg?v=1263918282993" /></p>
<p>O presidente eleito do Chile, Sebasti&aacute;n Pi&ntilde;era, citou a popularidade do
presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva para avaliar sua pr&oacute;pria vit&oacute;ria
no pleito realizado no &uacute;ltimo domingo, e insinuou que o Brasil pode
seguir o caminho de seu pa&iacute;s e mudar da esquerda para a oposi&ccedil;&atilde;o.
</p>
<p>Para
Pi&ntilde;era, &eacute; perfeitamente natural que um l&iacute;der n&atilde;o consiga eleger seu
sucessor, mesmo se for muito popular - caso do Chile, onde a excelente
avalia&ccedil;&atilde;o de Michele Bachelet n&atilde;o foi suficiente para que Eduardo Frei,
candidato de situa&ccedil;&atilde;o, vencesse o pleito. Al&eacute;m disso, afirma que a
popularidade n&atilde;o significa, necessariamente, que n&atilde;o h&aacute; necessidade de
mudan&ccedil;as.</p>
<p>"&Eacute; certo, a presidente (do Chile,
Michelle) Bachelet &eacute; muito popular e o presidente Lula tamb&eacute;m, mas n&atilde;o
se deve confundir a popularidade de um presidente com a necessidade de
mudan&ccedil;a de um pa&iacute;s", afirmou, em entrevista com jornalistas
estrangeiros.</p>
<p>"O Brasil ter&aacute; que tomar seu
pr&oacute;prio caminho e eu vou a respeitar naturalmente a decis&atilde;o democr&aacute;tica
que a popula&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s tomar,mas vou deixar muito claro que uma coisa
&eacute; a popularidade de um presidente e outra coisa &eacute; a necessidade de
mudan&ccedil;as que pode experimentar um pa&iacute;s, como ficou demonstrado ontem de
forma clara (no Chile)", avaliou o presidente eleito, que acredita que
o Brasil pode se beneficiar se a oposi&ccedil;&atilde;o vencer as elei&ccedil;&otilde;es do final
do ano.</p>
<p>Pi&ntilde;era garantiu que tem "um apre&ccedil;o
muito grande" pelos dois principais pr&eacute;-candidatos presidenciais do
pa&iacute;s. O governador de S&atilde;o Paulo, Jos&eacute; Serra, do PSDB, lidera as
pesquisas &agrave; frente da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT),
prov&aacute;vel candidata da situa&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>"Apesar de a
presidente Bachelet ter &iacute;ndices muito altos de popularidade e apoio
(que passam de 80%), n&oacute;s ganhamos limpa e democraticamente a elei&ccedil;&atilde;o
presidencial de domingo. Ficou claro que o Chile queria e precisava de
uma mudan&ccedil;a", destaca. </p>
<p>Pi&ntilde;era garantiu, durante a mesma
entrevista, que o Brasil est&aacute; entre os primeiros pa&iacute;ses que vai visita,
logo ap&oacute;s assumir a presid&ecirc;ncia, no pr&oacute;ximo dia 11 de mar&ccedil;o. </p>
<p>&nbsp;<b>Popularidade de Lula est&aacute; entre as maiores das Am&eacute;ricas</b></p>
<p>O
presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva segue entre os l&iacute;deres mais bem
avaliados da Am&eacute;rica. &Eacute; o que aponta a pesquisa divulgada na
segunda-feira, pelo empresa Consulta Mitfsky. O l&iacute;der brasileiro subiu
dois pontos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; lista apresentada em setembro e ocupa o
terceiro lugar na lista, que &eacute; liderada pelo presidente do Panam&aacute;,
Ricardo Martinelli, que tem 91% de aprova&ccedil;&atilde;o. Logo depois, segue o
presidente de El Salvador, com 88%. </p>
<p>O relat&oacute;rio
tamb&eacute;m destaca que Lula tem "grande m&eacute;rito", pois ap&oacute;s sete anos poder,
ainda se mant&eacute;m popular. Al&eacute;m disso o documento apontou que a l&iacute;der
chilena Michele Bachelet, que vai deixar o cargo em mar&ccedil;o, tem 81% de
aprova&ccedil;&atilde;o. Os quatro primeiros l&iacute;deres tem a avalia&ccedil;&atilde;o considerada
"excelente". Em seguida seguem, com avalia&ccedil;&atilde;o considerada "alta", est&atilde;o
o presidente da Col&ocirc;mbia, &Aacute;lvaro Uribe (64%); o uruguaio Tabar&eacute; V&aacute;zquez
(61%); Evo Morales, da Bol&iacute;via (60%); Felipe Calder&oacute;n, do M&eacute;xico (55%).</p>
<p>Os l&iacute;deres com avalia&ccedil;&atilde;o "m&eacute;dia", est&atilde;o o paraguaio Fernando Lugo, com 50% de aprova&ccedil;&atilde;o, e o norte-americano Barack Obama 48%. </p>
<p>J&aacute;
os presidentes com a avalia&ccedil;&atilde;o "baixa" est&atilde;o &Oacute;scar Arias, da Costa
Rica, com 44% e o equatoriano Rafael Correa com 42%. E por fim, os
chefes do executivo que tem a taxa considerada "muito baixa" s&atilde;o os
presidentes do Canad&aacute;, Stephen Harper, com 32%; Alan Garcia, do Peru,
com 29% ; Daniel Ortega, da Nicar&aacute;gua, com 26% e no final da lista a
argentina Cristina Kirchner, com 19%.</p>
<p>http://www.estadao.com.br</p>]]></description>
<wfw:commentRss>http://seligabrasil.bligoo.com/rss/comments/view/707036</wfw:commentRss>
</item>
<item>
<title>Terremoto que atingiu Haiti pode ter matado milhares</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/702431/Terremoto-que-atingiu-Haiti-pode-ter-matado-milhares.html</link>
<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:50:59 -0200</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/702431/Terremoto-que-atingiu-Haiti-pode-ter-matado-milhares.html</guid>
<dc:creator>Regina</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="haiti.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/4/213615/images/public/22222/haiti.jpg?v=1263390627401" /></p>
<p>Grupos de ajuda internacional se apressavam hoje para enviar comida,
rem&eacute;dios e outros suprimentos ao Haiti. Ontem, o terremoto mais forte
no pa&iacute;s em mais de 200 anos derrubou v&aacute;rios pr&eacute;dios e gerou o temor de
que os mortos cheguem a milhares.</p>
<p>Navios e equipes de
resgate dos Estados Unidos se preparavam para partir para a na&ccedil;&atilde;o
caribenha. V&aacute;rios governos, incluindo Gr&atilde;-Bretanha, Fran&ccedil;a, China e
Venezuela ofereceram aux&iacute;lio, segundo autoridades. As Na&ccedil;&otilde;es Unidas
devem enviar avi&otilde;es com suprimentos e a Cruz Vermelha mobilizou seus
estoques emergenciais mantidos na regi&atilde;o.</p>
<p>O colapso
parcial das comunica&ccedil;&otilde;es e da infraestrutura em geral atrapalhou os
esfor&ccedil;os para verificar com precis&atilde;o o estrago causado pelo terremoto,
que atingiu 7 graus na escala Richter. No entanto, relatos terr&iacute;veis de
pr&eacute;dios destru&iacute;dos e corpos soterrados, inclusive com fotos, aumentaram
o temor de que a destrui&ccedil;&atilde;o tenha sido enorme.</p>
<p>O
epicentro do terremoto fica a cerca de 20 quil&ocirc;metros a sudoeste da
capital do empobrecido pa&iacute;s, Porto Pr&iacute;ncipe, segundo o Centro de
Pesquisa Geol&oacute;gica dos Estados Unidos. Testemunhas relataram ter
encontrado corpos e ouvido muitos pedindo ajuda. "Eu vi corpos, pessoas
chorando, elas est&atilde;o nas ruas em p&acirc;nico, as pessoas est&atilde;o feridas",
contou por telefone Raphaelle Chenet, administradora da Mercy and
Sharing, uma institui&ccedil;&atilde;o de caridade que cuida de 109 &oacute;rf&atilde;os na
capital. "H&aacute; muitos feridos, cabe&ccedil;as feridas, bra&ccedil;os quebrados."</p>
<p>Um
hospital em Porto Pr&iacute;ncipe desabou, como dezenas de outros pr&eacute;dios,
incluindo um dos edif&iacute;cios do complexo presidencial e outro pr&eacute;dio de
um minist&eacute;rio, segundo Alice Blanchet, assessora especial do governo
haitiano. Outros importantes pr&eacute;dios da capital, como a sede das Na&ccedil;&otilde;es
Unidas e o Hotel Montana, sofreram s&eacute;rios estragos, segundo testemunhas.</p>
<p>"Acho
que a &uacute;nica boa not&iacute;cia &eacute; que o tremor ocorreu tarde (16h50 locais,
19h50 de Bras&iacute;lia) e muitas pessoas que estariam trabalhando nestes
pr&eacute;dios estavam na rua ou em casa", contou Alice. A presen&ccedil;a de
milhares de mantenedores de paz da ONU no Haiti ampliou a aten&ccedil;&atilde;o
internacional para o desastre. O Brasil lidera a Miss&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es
Unidas para a Estabiliza&ccedil;&atilde;o do Haiti (Minustah) desde 2004. H&aacute; 1.266
militares brasileiros no pa&iacute;s, segundo o Minist&eacute;rio da Defesa, sendo
que a morte de quatro deles j&aacute; foi confirmada.</p>
<p>A m&eacute;dica Zilda Arns est&aacute; entre as v&iacute;timas do terremoto do Haiti. A
informa&ccedil;&atilde;o foi confirmada pelo gabinete do senador Fl&aacute;vio Arns
(PSDB-PR), que &eacute; sobrinho de Zilda. Segundo informa&ccedil;&otilde;es da assessoria
do parlamentar, Zilda Arns estava em miss&atilde;o humanit&aacute;ria no Haiti e, no
momento do terremoto, estava andando nas ruas com um sargento do
Ex&eacute;rcito e morreu nos escombros. O senador est&aacute; indo para o Haiti,
junto no avi&atilde;o da delega&ccedil;&atilde;o brasileira, chefiada pelo ministro da
Defesa, Nelson Jobim.</p>
<p>A
Jord&acirc;nia tamb&eacute;m confirmou a morte de pelo menos tr&ecirc;s de seus soldados
no pa&iacute;s. J&aacute; a m&iacute;dia estatal chinesa informou que oito soldados da China
morreram e outros est&atilde;o desaparecidos. "Neste momento de trag&eacute;dia,
estou muito preocupado com o povo do Haiti e tamb&eacute;m com os muitos
funcion&aacute;rios das Na&ccedil;&otilde;es Unidas que atuam l&aacute;", afirmou o
secret&aacute;rio-geral da ONU, Ban Ki-moon, em comunicado.</p>
<p>Em
Porto Pr&iacute;ncipe, muitas casas constru&iacute;das em morros &iacute;ngremes desabaram,
segundo v&aacute;rias testemunhas. Raphaelle disse que ouviu algumas
explos&otilde;es, que na opini&atilde;o dela deveriam ser de combust&iacute;vel. Os &oacute;rf&atilde;os
das duas institui&ccedil;&otilde;es mantidas pela Mercy and Sharing n&atilde;o ficaram
feridos.</p>
<p>Um geof&iacute;sico do Centro de Pesquisa Geol&oacute;gica
dos EUA (USGS, na sigla em ingl&ecirc;s), John Bellini, afirmou que 1,8
milh&atilde;o de pessoas vivem na &aacute;rea de maior intensidade do tremor. "Com um
terremoto forte e raso como esse, em uma &aacute;rea povoada como essa, isso
poderia realmente causar estrago substancial", avaliou Bellini. Com a
chegada da noite, &eacute; muito dif&iacute;cil estimar a extens&atilde;o das mortes.
Especialistas em desastres afirmam que v&aacute;rios modelos matem&aacute;ticos para
terremotos de magnitude semelhante no Haiti previram que o n&uacute;mero de
mortos pode chegar a 4 mil.</p>
<p>O embaixador grego na
Venezuela, Efstathios Daras, que tamb&eacute;m representa a Gr&eacute;cia no Haiti,
afirmou que seu pa&iacute;s teme "uma grande perda de vidas, talvez de
milhares ou dezenas de milhares". Ele disse ainda que h&aacute; o temor de que
haja mais tremores secund&aacute;rios, que poderiam piorar ainda mais a
situa&ccedil;&atilde;o. Um especialista em gerenciamento de desastres do Banco
Mundial, Francis Ghesquiere, notou que o n&uacute;mero de mortos deve subir,
por n&atilde;o haver preparo no pa&iacute;s para trag&eacute;dias do tipo, al&eacute;m do fato de o
governo local ser bastante fraco.</p>
<p>Pode haver ainda
problemas de seguran&ccedil;a, caso v&iacute;timas ou outras pessoas tentem se
aproveitar do caos para realizar saques, por exemplo. Casos do tipo j&aacute;
ocorreram em desastres anteriores do Haiti e, agora, apesar da presen&ccedil;a
de uma for&ccedil;a da ONU, "a situa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a pode tornar-se um grande
problema", advertiu Ghesquiere.<br /><br /><b>Hist&oacute;rico</b><br /><br />O
terremoto foi o mais forte a atingir o Haiti desde pelo menos 1770,
segundo os registros do USGS. O tremor foi sentido at&eacute; na Venezuela. J&aacute;
houve v&aacute;rios terremotos violentos na Am&eacute;rica Latina no passado. Em
1972, um terremoto de magnitude 6,2 atingiu Man&aacute;gua, matando entre 3
mil e 7 mil pessoas. Em 1976, na Guatemala, um tremor de magnitude 7,5
matou 23 mil pessoas. Em 1985, um terremoto de magnitude 8,1 atingiu a
Cidade do M&eacute;xico, matando pelo menos 10 mil pessoas.</p>
<p>O
Haiti sofre tamb&eacute;m com a instabilidade pol&iacute;tica. Em 2004, o presidente
Jean-Bertrand Aristide, um ex-padre cat&oacute;lico, foi deposto em uma
rebeli&atilde;o de ex-soldados e fugiu para o ex&iacute;lio na &Aacute;frica do Sul. Em
2008, o pa&iacute;s entrou em nova rota de instabilidade, quando milhares
foram protestar nas ruas pelos altos pre&ccedil;os da comida. Oito em cada dez
haitianos vivem na pobreza, segundo o site CIA World Factbook.</p>
<p>A
Miss&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Estabiliza&ccedil;&atilde;o do Haiti (Minustah) atua
no Haiti desde 2004 e, atualmente, tem 7 mil soldados no pa&iacute;s. A ilha
tamb&eacute;m &eacute; uma importante rota de tr&aacute;fico de drogas vindas da Am&eacute;rica do
Sul e tem problemas com a viol&ecirc;ncia e a corrup&ccedil;&atilde;o. No ano passado, o
pa&iacute;s foi ainda devastado por furac&otilde;es e tempestades tropicais.</p>
<p><b>Estadao</b></p>]]></description>
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</item>
<item>
<title>Brasil pode zerar miséria e se igualar a países ricos em 2016</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/701573/Brasil-pode-zerar-miseria-e-se-igualar-a-paises-ricos-em-2016.html</link>
<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 12:44:49 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="villa-miseria2_large.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/4/211811/images/public/22222/villa-miseria2_large.jpg?v=1263307462277" /></p>
<p>O Brasil poder&aacute; praticamente zerar a pobreza extrema e alcan&ccedil;ar
indicadores sociais pr&oacute;ximos aos dos pa&iacute;ses desenvolvidos em 2016, caso
mantenha o ritmo de desempenho que teve entre 2003 e 2008. A conclus&atilde;o
&eacute; de estudo "Pobreza, desigualdade e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas", divulgado
nesta ter&ccedil;a-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada).</p>
<p>
A pobreza extrema &eacute; considerada para fam&iacute;lias com renda de at&eacute; um quarto de sal&aacute;rio m&iacute;nimo per capita --atuais R$ 127,50.
</p>
<p>
Tamb&eacute;m h&aacute; expectativa de alcan&ccedil;ar uma taxa nacional de pobreza absoluta
(at&eacute; meio sal&aacute;rio m&iacute;nimo per capita, R$ 255) de 4% naquele ano, o que,
segundo o Ipea, significa quase a sua erradica&ccedil;&atilde;o. Em 2008, o &iacute;ndice
estava em 28,8%.
</p>
<p>
<b>Desigualdade social</b>
</p>
<p>A queda da m&eacute;dia anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de
0,9% ao ano entre 1995 e 2008, enquanto a da pobreza extrema ficou em
menos 0,8% ao ano. Considerando o per&iacute;odo de 2003 a 2008, a redu&ccedil;&atilde;o na
primeira foi de 3,1%, e na segunda ficou em 2,1% ao ano.
</p>
<p>O &iacute;ndice Gini, que varia de zero a um e &eacute; usado para medir as
desigualdades sociais, dever&aacute; passar para 0,488 --era de 0,544 em 2008.
Ele encontra-se, em geral, abaixo de 0,4 nos pa&iacute;ses desenvolvidos. Em
2005, ficou em 0,33 na It&aacute;lia, 0,32 na Espanha, 0,28 na Fran&ccedil;a, 0,27 na
Holanda, 0,26 na Alemanha e 0,24 na Dinamarca. J&aacute; nos Estados Unidos
est&aacute; acima dos demais, em 0,46.
</p>
<p>Para o Ipea, parte significativa dos avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados pelo pa&iacute;s no
enfrentamento da pobreza e da desigualdade est&aacute; relacionada a pol&iacute;ticas
p&uacute;blicas, a partir de 1988 -- data de elabora&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o
Federal.
</p>
<p>Na d&eacute;cada atual, o instituto destaca raz&otilde;es como a combina&ccedil;&atilde;o entre
a continuidade da estabilidade monet&aacute;ria, a maior expans&atilde;o econ&ocirc;mica e
o refor&ccedil;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, como a eleva&ccedil;&atilde;o real do sal&aacute;rio m&iacute;nimo
e a amplia&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito popular.
</p>
<p><b>Folha Online</b></p>]]></description>
<wfw:commentRss>http://seligabrasil.bligoo.com/rss/comments/view/701573</wfw:commentRss>
</item>
<item>
<title>Pousada Sankay não tinha licença ambiental</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/697193/Pousada-Sankay-n-o-tinha-licen-a-ambiental.html</link>
<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:28:04 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Regina</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="border: 0; margin: 4px;" title="pousada.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/4/213615/images/public/22222/pousada.jpg?v=1262813154742" height="229" width="402" /></p>
<p>O Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea) divulgou
que a Pousada Sankay, um dos locais atingidos pelos deslizamentos na
Ilha Grande no dia 1&ordm;, n&atilde;o possu&iacute;a autoriza&ccedil;&atilde;o ambiental.<span id="more-1586"></span></p>
<p>A informa&ccedil;&atilde;o foi dada pelo &oacute;rg&atilde;o estadual na ter&ccedil;a-feira. De acordo
com a superintend&ecirc;ncia regional do Inea, parte dos im&oacute;veis localizados
na Ilha n&atilde;o t&ecirc;m sua situa&ccedil;&atilde;o regularizada.</p>
<p>Entretanto, o Instituto informou que a licen&ccedil;a ambiental, que pode
ser obtida por qualquer im&oacute;vel que atenda a uma s&eacute;rie de exig&ecirc;ncias,
tivesse sido dada para a Pousada Sankay, o tr&aacute;gico resultado n&atilde;o seria
evitado.</p>
<p>Na madrugada do dia 1&ordm;, devido &agrave;s fortes chuvas que ca&iacute;am, houve um
deslizamento no morro na regi&atilde;o na Praia do Bananal na Ilha Grande.
Parte da Pousada foi soterrada, e tr&ecirc;s pessoas morreram. Os
deslizamentos na regi&atilde;o ainda causaram a morte de outras 28 pessoas.</p>
<p>A pousada Sankay, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1431940-5606,00-POUSADA+E+SOTERRADA+EM+ILHA+GRANDE+NO+RJ.html">que
            foi soterrada na madrugada desta sexta-feira</a> (1&ordm;) em
        decorr&ecirc;ncia das fortes chuvas no Rio de Janeiro, se localiza na
        enseada do Bananal, na Ilha Grande, em Angra dos Reis.
        Inaugurada em 1994, seu quarto mais caro custava R$ 490 por
        pessoa na alta temporada.</p>
<p>Al&eacute;m deste quarto, o local oferecia outros quatro estilos de
        apartamentos que custavam entre R$ 350 e R$ 235 por pessoa na
        alta esta&ccedil;&atilde;o. Todos apresentavam varandas e, em sua maioria,
        ficavam de frente para o mar. A pousada ainda trabalhava com
        pacotes&nbsp;para hospedagem&nbsp;de at&eacute; seis pessoas nos maiores quartos
        e&nbsp;de at&eacute; quatro nos apartamentos menores...</p>
<h1>Donos da Pousada Sankay dizem viver 'pesadelo'</h1>
<p>Os donos da Pousada Sankay disseram em
entrevista ao Jornal Nacional, da <i>TV Globo</i>, que est&atilde;o vivendo
um pesadelo e ainda n&atilde;o sabem o que vai acontecer daqui pra frente.
Eles perderam a &uacute;nica filha, Yumi Imanishi Faraci, de 18 anos, no
soterramento.
</p>
<p>A m&atilde;e de Yumi, S&ocirc;nia Imanishi Faraci, disse
que vive &agrave; base de rem&eacute;dios para suportar a perda da filha. "Ela foi
uma menina prod&iacute;gio. Nunca tive problemas com ela. Comemorava a vida.
Ela tinha muitos planos." S&ocirc;nia disse que ela pr&oacute;pria alfabetizou Yumi.
"&Eacute; um privil&eacute;gio para uma m&atilde;e poder criar a filha ao lado", afirmou ao
contar sobre a mudan&ccedil;a de Belo Horizonte para Angra dos Reis, quando a
filha tinha apenas 4 anos. </p>
<p>S&ocirc;nia contou que h&aacute; muito
tempo disse &agrave; filha e ao marido, Geraldo Faraci, que queria ser cremada
quando morresse e suas cinzas fossem jogadas ao mar. Na ocasi&atilde;o, pediu
&agrave; Yumi que tocasse a m&uacute;sica 'Tears In Heaven', de Eric Clapton. "Eu
achava a m&uacute;sica bonita", explicou a m&atilde;e. A m&atilde;e conta que quando
escolheu a can&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pensava no significado dos versos, que perguntam:
"Voc&ecirc; saberia meu nome, se eu o visse no Para&iacute;so?". A can&ccedil;&atilde;o foi
escrita pelo cantor, em 1992, ap&oacute;s a morte do filho, ainda crian&ccedil;a.</p>
<p>O
pai da jovem disse que depois que escutaram o estrondo, estava tudo
muito escuro e algu&eacute;m gritou que havia gente na parte debaixo da
pousada. "A Yumi estava em baixo de tudo. Tive de tirar primeiro quem
estava com vida", lembrou o pai, Geraldo. </p>
<p>No final da
entrevista, Geraldo leu um papel que chamou de "coisas da Yumi", pois
sintetizaria o que a filha dizia no dia-a-dia: "Quando sentirem
saudades de mim, respirem, pois estou presente no ar. Quando sentirem
saudades de mim, mergulhem, pois estou presente na &aacute;gua." Depois, ele
mandou uma mensagem para os amigos da filha. "Quem quiser lembrar da
Yumi n&atilde;o precisa ir ao carat&ecirc;, nem ao shopping que ela tanto gostava ,
nem &agrave; escola de arquitetura. Quem quiser lembrar da Yumi, bote a m&atilde;o no
cora&ccedil;&atilde;o, que ela est&aacute; no cora&ccedil;&atilde;o de cada um."</p>
<p>
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</p>]]></description>
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<item>
<title>Farofeiros: Vamos invadir sua praia</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/695057/Farofeiros-Vamos-invadir-sua-praia.html</link>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:40:37 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-Farofeiro.jpg?v=1262628565781" style="border: 0; margin: 4px;" height="455" width="456" /></p>
<p>Os farofeiros surgem em "caravanas" (&ocirc;nibus velhos fretados, conhecidos como "sucat&otilde;es", carros, mochileiros, etc). </p>
<p>Os farofeiros menos endinheiro (com R$ <st1:metricconverter productid="50,00 a" w:st="on">50,00 a</st1:metricconverter> mais no bolso) chegam nos lugares a bordo de carro&ccedil;as como Passat, Chevette, Fusca, Fiat 147, Belina, Bras&iacute;lia, Corcel e outros lixos ambulantes. &nbsp;</p>
<p>Divers&atilde;o predileta do farofeiro: infernizar os outros com o seu p&eacute;ssimo gosto musical, vale qualquer coisa: Calypso, ax&eacute;, pagode, funk ou qualquer estilo musical criado para estragar o final de semana dos outros. Os farofeiros costumam se concentrar nas cidades de Santos, Praia Grande, S&atilde;o Vicente (mais conhecida como "S&atilde;o Viselva"), Balne&aacute;rio Camboriu e v&aacute;rias cidades do Nordeste. </p>
<p>Os farofeiros endinheirados, com R$ 100,00, preferem outras praias, como Mongagu&aacute; ou Itanha&eacute;m, al&eacute;m de gostarem muito de pacotes de turismo a cidades do Nordeste ou ainda juntarem em caravanas de carros velhos rumo ao litoral catarinense. Os farofeiros mais elitizados, se &eacute; que isso possa ser dito de um farofeiro, preferem ficar em Bertioga, na praia da Enseada, nadando no canal sujo, dizendo que foram passar as f&eacute;rias no "Litoral Norte" de S&atilde;o Paulo. </p>
<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-Farofeiro2.jpg?v=1262628640765" style="border: 0; margin: 4px;" height="386" width="413" /></p>
<p><b>Farofeiros da Argentina</b></p>
<p>Outros farofeiros costumam vir da Argentina, <st1:personname productid="em seus velh&#65517;ssimos Peugeot" w:st="on">em seus velh&iacute;ssimos Peugeot</st1:personname> 504 &nbsp;movidos a diesel remendados com arame, massa pl&aacute;stica e fita adesiva. Preferem o litoral de Santa Catarina e se acham imunes &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, principalmente a de tr&acirc;nsito, cometendo todas as infra&ccedil;&otilde;es e imprud&ecirc;ncias poss&iacute;veis e imagin&aacute;veis. Um farofeiro argentino &eacute; especialista em se envolver em acidentes de tr&acirc;nsito Quando sobrevivem ao tr&acirc;nsito, praticam as condutas comuns a qualquer farofeiro, ou seja, sujar a cidade, sujar as praias, criar confus&atilde;o, tendo particular facilidade de se envolver em brigas. </p>
<p><b>A bagagem do farofeiro</b></p>
<p>O farofeiro n&atilde;o tem dinheiro para pagar hospedagem <st1:personname productid="em lugar nenhum. Sua" w:st="on">em lugar nenhum. Sua</st1:personname> bagagem &eacute; composta de equipamentos, utens&iacute;lios e produtos necess&aacute;rios para emporcalhar a cidade dos outros, incluindo barracas, sacos de dormir, r&aacute;dios, vitrolas, colchonetes, fogareiros, lamparinas, bolas de futebol, varas de pescar, cadeiras de alum&iacute;nio, esteiras, bronzeadores, chap&eacute;us de palha, pranchas de isopor, gatos, c&atilde;es e periquitos. </p>
<p>Entretanto, duas coisas n&atilde;o podem faltar na bagagem do farofeiro: a farofa e cacha&ccedil;a (muitas vezes substitu&iacute;da pela cerveja). </p>
<p><b>Culin&aacute;ria Farofeira</b></p>
<p>Frango assado da padaria do seu Z&eacute; </p>
<p>Espetinho corrido de carne</p>
<p>A j&aacute; citada farofa (preparada com banha de porco, aparas de carnes variadas e uma tira de bacon) </p>
<p>Salada de batata, ovos ultra cozidos, areia (misturada na chegada &agrave; praia), maionese barata e &aacute;gua. </p>
<p>Macarronada, feita com molho de extrato de tomates pronto, macarr&atilde;o ultracozido (feito junto com os ovos da salada) e cheio de corante, &oacute;leo e alho. </p>
<p>Pav&ecirc;, com biscoito recheado misturado com bolacha maizena, margarina, leite em p&oacute;, a&ccedil;&uacute;car (muito a&ccedil;&uacute;car), achocolatado &aacute;gua, farinha e maizena. </p>
<p>Fonte: desciclopedia.</p>
<p><b>Coment&aacute;rio:</b></p>
<p>No Chile o pessoal tamb&eacute;m gosta de fazer um pic-nic na praia. Un pollo, empanada, pisco, coca, fanta, sprite, etc. A indument&aacute;ria &eacute; fant&aacute;stica, agasalho, abrigo, cal&ccedil;a, etc.</p>
<p>&Aacute;gua gelada, vai congelando seus p&eacute;s e termina nos cabelos. Se voc&ecirc; prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos pr&oacute;ximos quinze minutos sua respira&ccedil;&atilde;o voltar&aacute; ao normal: &eacute; o tempo que leva para recuperar-se do choque t&eacute;rmico. Depois se agasalha e bebe um pisco para esquentar...</p>
<p>Cuando calienta el sol en la playa siento mi cuerpo se queda temblando de fr&iacute;o.</p>]]></description>
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