
Eles perderam suas casas e uma parte de amigos e parentes em menos de um minuto e agora vagam pelo centro de Porto Príncipe, que virou um grande campo de refugiados, onde milhares de flagelados gritam ao mundo pedindo água, comida e medicamentos. (veja imagens)
"O Haiti voltou a ser hoje um povo que não conhece os finais felizes",
lamenta Milien Roudy, deitado num jardim destruído, e acompanhado de
sua esposa e duas filhas, que não comem há 24 horas.
Milhares de
pessoas sem teto se reuniram na noite de terça-feira na conhecia
avenida dos Campos de Marte de













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