Fecha o farol, paro o carro em uma rua de duas pistas em São Paulo, esperando o verde. Outro carro “inventa” uma terceira fila com a clara de me cortar e ganhar alguns segundos na correria metropolitana. Seria uma cena comum para qualquer paulistano – inclusive de tantas outras cidades com trânsito intenso e gente mal-educada – se aquela enorme caminhonete de cabine dupla, com vidros escuros, blindada, recheada com quatro yuppies falando alto, costurando em prejuízo de motoristas mansos como eu, não representasse uma perfeita alegoria de tudo o que discordo na cadeia de valores que habita o imaginário (Ler mais)












há 5 dias
há 1 mês
há 3 meses
há 3 meses